quinta-feira, 26 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Corrida de rua Bote Fé na Vida marcou início da contagem regressiva da JMJ
O caminho se faz caminhando. Foi
assim que centenas de jovens da nossa Arquidiocese de Porto Alegre
começaram a contagem regressiva, há um ano, da Jornada Mundial da
Juventude. Bote Fé na vida, corrida de rua e caminhada, aconteceu
simultaneamente em todas as dioceses do Brasil e aqui em Porto Alegre, o
clima foi de muita alegria e manifestação de fé, com jovens caminhando e
correndo pela nossa beira do Guaíba. Confira aqui como foi o Bote Fé na Vida nos outros estados
Todos os participantes, ao completar a
prova, ganharam uma medalha para ficar no peito e na memória este
momento. Para muitos foi a primeira prova de corrida. Como nos falou o professor Marcus Vinícius, um marco para dar mais qualidade ao maior presente que Deus nos deu: a vida!



Depois da corrida, aconteceu a missa,
momento ápice da nossa fé, com a participação de praticamente todos. A
entrega da premiação para os três primeiros homens e três primeiras
mulheres foi feita de uma maneira muito bonita e celebrativa, tendo
repercussão nacional por ter sido diferenciada a outras dioceses.



Masculino:
1º - Juliano Pereira Duarte
2º- Eleandro Ferraz
3º- Vagner Cardoso
Feminino:
1ª- Maria Luiza Alves da Rosa
2ª- Charlise Oliveira
3ª- Taís Somacal Silva
Os alimentos arrecadados foram doados para o MIM (Movimento por uma Infância Melhor) e Comunidade Terapêutica Acolher.

Gostariamos de agradecer a participação de todos neste evento que ficará marcado no coração de quem participou e também no coração da nossa cidade, à equipe de jovens que organizaram e proporcionaram este momento. Aos nossos apoiadores, nosso muito obrigado: Igreja das Nossa Senhora das Dores, Projeto Nova Vida, Grupo Nova Geração, Dma Da Mihi Animas, Missão Nova, Água Vida Leve, Porthosul, Up Life pilates, Mirian Caldasso, e EPTC. Um agradecimento especial para o fotógrafo Gustavo Oliveira pela sua doação e o belo trabalho desenvolvido.

Fotos: Gustavo Oliveira
por Cesar Vargas
quinta-feira, 19 de julho de 2012
"A grande imprensa não viu... Mas eu..."
Nice Affonso, editora do Portal da Arquidiocese do Rio de Janeiro
Fotos: Carlos Moioli
Na madrugada de sexta-feira para o sábado,14 de julho, cerca de
cinco mil jovens tomaram as ruas do Centro do Rio de Janeiro. Dessa vez,
a grande imprensa praticamente não noticiou. Afinal, não se tratava de
uma passeata de reinvindicações, para atrair holofotes... Não eram caras
ou corpos pintados e pessoas violentas, que aumentam audiência... Era
“apenas” uma procissão em contagem regressiva para um ano da Jornada
Mundial da Juventude (JMJ Rio 2013) — o maior evento católico dos jovens
do mundo todo com o Papa. Se tratava “somente” de um testemunho da fé
católica...
Mas por que não noticiar que no coração daqueles jovens havia uma nova proposta revolucionária? Sim, ali era possível perceber uma revolução diferente, que não é feita por violência e não conta com armamentos. Algo silencioso, por partir do interior, mas ao mesmo tempo barulhento e cheio de vida, como é próprio da juventude.
A grande imprensa não viu o centro da cidade ser tomado por cinco mil rapazes e moças, com sorriso estampado no rosto e uma alegria contagiante por participarem de uma procissão, em plena noite de um final de semana! E perdeu o foco da beleza de atitudes cheias de amor e acolhimento, que partiram desses jovens, ao longo do percurso... A grande imprensa perdeu o fato e também a sutileza dos detalhes belos que compõem a personalidade da juventude católica carioca, que irá acolher peregrinos do mundo inteiro em julho de 2013.
... Mas eu vi, ouvi e senti
A badalada noite carioca em um dos seus principais points, a Lapa, foi marcada por um momento inusitado para os seus frequentadores e também para os muitos turistas presentes: tendo à frente banners (representando os patronos e intercessores da JMJ Rio 2013), o Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, bispos auxiliares e diversos sacerdotes, a juventude testemunhou a alegria da sua fé.
Em meio a olhares surpresos e questionadores do motivo pelo qual aquela multidão feliz passava com um trio elétrico e membros do clero pela madrugada carioca, os que na Lapa estavam foram primeiramente atraídos por terem sido surpreendidos e, em seguida, pela animação que os jovens transmitiam.
Mas por que não noticiar que no coração daqueles jovens havia uma nova proposta revolucionária? Sim, ali era possível perceber uma revolução diferente, que não é feita por violência e não conta com armamentos. Algo silencioso, por partir do interior, mas ao mesmo tempo barulhento e cheio de vida, como é próprio da juventude.
A grande imprensa não viu o centro da cidade ser tomado por cinco mil rapazes e moças, com sorriso estampado no rosto e uma alegria contagiante por participarem de uma procissão, em plena noite de um final de semana! E perdeu o foco da beleza de atitudes cheias de amor e acolhimento, que partiram desses jovens, ao longo do percurso... A grande imprensa perdeu o fato e também a sutileza dos detalhes belos que compõem a personalidade da juventude católica carioca, que irá acolher peregrinos do mundo inteiro em julho de 2013.
... Mas eu vi, ouvi e senti
A badalada noite carioca em um dos seus principais points, a Lapa, foi marcada por um momento inusitado para os seus frequentadores e também para os muitos turistas presentes: tendo à frente banners (representando os patronos e intercessores da JMJ Rio 2013), o Arcebispo Metropolitano, Dom Orani João Tempesta, bispos auxiliares e diversos sacerdotes, a juventude testemunhou a alegria da sua fé.
Em meio a olhares surpresos e questionadores do motivo pelo qual aquela multidão feliz passava com um trio elétrico e membros do clero pela madrugada carioca, os que na Lapa estavam foram primeiramente atraídos por terem sido surpreendidos e, em seguida, pela animação que os jovens transmitiam.
Vi um turista americano perguntar quantas cervejas uns rapazes da procissão tinham bebido para estarem tão alegres. E ouvi a simples resposta: “A gente não precisa de álcool e nem de drogas para ficar alegre. A gente tem Jesus no coração!”...
Vi um rapaz abraçar uma garota de programa e olhar para ela nos olhos. E, por leitura labial, entendi que ele dizia que ela era muito bonita, mas que a beleza mais importante nela era o coração e que ela precisava entregá-lo para Jesus para ter uma vida nova. E ela ficou emocionada...
Vi gente que, de oba-oba, entrou no meio da procissão só para zoar, fazer algazarra, e que ficou quebrada porque ainda assim foi acolhida com um abraço e com expressões como “seja bem-vindo”, “se alegre com a gente porque ser de Deus vale a pena”... E notei que essas pessoas acompanharam a procissão até o Santuário Nacional de Adoração Perpétua, onde os jovens se mantiveram em vigília de oração até 6h da manhã de sábado.
Vi muita gente parando de cantar os ritmos seculares para rezar algumas vezes, junto com a procissão, a Ave- Maria...
E teve até uma senhora, que, com os olhos cheios d´água, tocou no meu ombro e me perguntou: “vocês são católicos?” Ao ter certeza do que já imaginava exclamou: “Meu Deus, eu já tive uma fé viva assim, era praticante... O que aconteceu comigo?” E antes que eu pudesse responder, uma menina que estava próxima de nós, prestando atenção à conversa, a convidou: “Volta! Sempre é tempo!”...
Em uma hora e vinte minutos de caminhada, vi uma juventude incansável, pró-ativa, feliz e desejosa de evangelizar... Vi a vivacidade da igreja jovem carioca...
Vi que naqueles lábios e naquela forma de expressão tão jovem e simples da fé a Igreja estava sendo atraente aos que estão fora dos seus muros. Atraente de um jeito talvez não compreensível... Mas nem por isso menos importante ou menos belo...
Aquela alegria e empolgação marcaram muito positivamente a noite carioca da Lapa. E não posso negar que me senti privilegiada por não ser da grande imprensa... Porque eu vi! E ouvi! E senti!
Fonte: http://www.arquidiocese.org.br
sábado, 7 de julho de 2012
quinta-feira, 21 de junho de 2012
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Irmãs Carmelitas estão concorrendo no concurso da letra do hino da JMJ
As irmãs Carmelitas, da Arquidiocese de Porto Alegre, também estão participando da JMJ, concorrendo no concurso da letra do hino da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013.
Quem compartilha um pouco disso tudo é a Irmã Agnes de Jesus, formadora de noviças, que já possui 12 anos de Carmelo e 7 anos de consagração solene. “As Irmãs Carmelitas Descalças de Porto Alegre estão participando ativamente da JMJ unindo suas preces e orações às de numerosos jovens no mundo inteiro, e também participando no concurso da letra do hino da Jornada. É uma alegria para nós poder estar concretamente presente neste santo evento e doar-nos o mais possível, com especiais orações, preces e sacrifícios para que muitíssimos jovens tenham seus corações afervorados em Jesus, nosso tudo!", disse.
Com certeza a oração delas nos anima ainda mais e nos enche de força para esta caminhada rumo à JMJ Rio 2013. Que belo testemunho!
Os trabalhos para o concurso da letra do hino da JMJ já estão sendo selecionados e em breve será feita, pela Comissão Organizadora Central da JMJ Rio 2013, a divulgação dos cinco finalistas no site oficial. Vamos torcer para que a letra das nossas Irmãs Carmelitas esteja entre as finalistas.
por: Vanessa Justen
Mov.Regnum Christi
domingo, 6 de maio de 2012
Reportagem da ZH: Jovens da Igreja Católica optam pela castidade até o casamento
O que era visto como uma característica de religiões protestantes e evangélicas começa a ser resgatado também na Igreja Católica
Se estivesse entre nós, Santa Maria Goretti teria motivos para comemorar. A padroeira da castidade viveria a honra de, em pleno século 21, acompanhar relatos de jovens católicos que abdicaram do sexo. Nada imposto. Só até o casamento.
Os pais dessa linhagem, nascida em grande parte na década de 1980, brigaram pela liberdade sexual e comemoraram a invenção da pílula anticoncepcional. Agora assistem a seus filhos perseguirem condutas antigas, como a castidade.
Não se trata só de virgindade. Os depoimentos pertencem a casais variados: desde o que chegou intato ao altar até o que experimentou o sexo e resolveu interromper em decorrência dos valores cristãos. Eles pertencem a grupos distintos da mesma religião. Em comum, a busca por explicações na fé para manter viva a castidade.
— Há mais abertura para falar no assunto, partindo da própria igreja. Acredito que sejamos os primeiros frutos dessa nova geração — diz o sociólogo Matheus Ayres.
A repaginação parece ter dado certo. Em Porto Alegre, a aproximação do jovem é constatada pelo padre Márcio Augusto Lacoski. Ele conta que 19 movimentos juvenis somando 3,5 mil integrantes foram contabilizados na cidade em 2011. A estimativa do sacerdote é de que tenha mais do que dobrado do ano passado para cá.
— Nem todos se abriram para a castidade, mas ver essa adesão aumentando é uma grata surpresa — destaca o padre.
No Litoral Norte, também há um forte movimento. O padre Gibrail Walendorff, pároco de Xangri-Lá, até se surpreende:
— Dos casamentos que tenho realizado, metade dos noivos se diz casta.
Lidar com o espanto do próximo perante à condição casta é um dom que eles desenvolveram, assim como o autocontrole. Luciane Peres que o diga. Tem 21 anos e frequenta um curso pré-vestibular. Os amigos, no auge da zombaria, já descobriram que a menina é virgem. Fazem piadas sacanas. Ela tira de letra.
Ter um namoro casto não significa deixar de curtir a juventude. Reúnem-se entre amigos, convivem com os familiares. Resolveram apenas aquietar os hormônios e esperar o altar para entregar aquilo que lhes é mais íntimo: o corpo.
— Fui com uma amiga a uma boate, tomamos umas tequilas, ficamos alegres e comecei a dançar até o chão. Ela virou pra mim e disse: “credo, tu, de CLJ, toda puritana, dançando desse jeito” — diverte-se Patrícia de Oliveira, 24 anos, casada há um ano com Pedro Seadi, 28 anos.
Os dois optaram pela abstinência após quatro anos de namoro — metade com experiência sexual.
— Transar é prazeroso. Mas se privar, merece respeito. Até por que sucumbir para satisfazer o desejo pode ser até pior. É comum carregar o trauma de ter violado a regra e vincular o ato à sujeira — explica a ginecologista e sexóloga Jaqueline Brendler, diretora da Associação Mundial de Saúde Sexual.
Há truques para evitar intimidade
Na Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo, o teólogo Jorge Claudio Ribeiro discorda que haja esse interesse todo pela religião. Aplicou questionários em 2,3 mil universitários e descobriu que a religião está em sexto e último lugar na lista de importância na vida deles. Ribeiro acredita que essa convicção é comum entre os que não têm opções de cultura.
O que dizer desse grupo de estudantes, universitários, bacharéis? Clístenes Fernandes descobriu a sua vocação em um intercâmbio na Europa:
— A igreja não proíbe, educa para a sexualidade, com a pessoa que tu escolheu para dividir a tua vida — conta o rapaz, de casamento marcado para setembro com Luise Silva, 24 anos.
Eles têm os seus macetes. Assistir a filmes debaixo do edredom, nem pensar. Dormir de conchinha ou amassos estão fora do script.
— A ocasião faz o ladrão. Não tinha por que ficarmos nos provocando se estávamos certos da nossa escolha — diz Paula Sordi, 23 anos, recém-casada com Jefferson Sordi, 24 anos.
A concordância é geral: a castidade é uma virtude que só funciona se não for impositiva. E para quem quiser entender os motivos, a não ser que acredite no sobrenatural, na fé, não terá êxito. Eles não fazem isso para serem diferentes ou para virar assunto. Acreditam no amor de Deus, querem vivê-lo plenamente. E ponto.
Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/geral/noticia/2012/05/jovens-da-igreja-catolica-optam-pela-castidade-ate-o-casamento-3749564.html
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